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Início » Informação » Quais vacinas o cachorro e o gato precisam tomar? O calendário de vacinação completo — e o que acontece quando atrasa

Quais vacinas o cachorro e o gato precisam tomar? O calendário de vacinação completo — e o que acontece quando atrasa

  • setembro/2026
  • 10:00 am
  • Sem Comentários
  • Informação, Prevenção

Seu pet está com o calendário de vacinação em dia? Se você precisou pensar para responder, este post é para você.

A vacina é a forma mais simples, mais barata e mais eficaz de prevenir doenças graves em cães e gatos. Mesmo assim, é um dos cuidados mais negligenciados, não por falta de amor, mas por falta de informação.

Este guia explica o que cada pet precisa e o que acontece quando o prazo atrasa.

1. Por que a vacinação vai além de proteger o seu pet

Vacinas não protegem apenas o animal que as recebe. Elas interrompem a cadeia de transmissão de doenças que podem afetar outros pets, animais silvestres e, em alguns casos, pessoas — as zoonoses.

A raiva é o exemplo mais conhecido: fatal para animais e humanos, e 100% prevenível com vacinação. Não por acaso, o dia 28 de setembro é o Dia Mundial de Combate à Raiva.

2. O calendário do cachorro

A legislação brasileira torna obrigatória apenas a antirrábica. Já as fabricantes, como a Zoetis, recomendam um calendário mais completo, com base em evidências científicas. Por isso, o veterinário é quem deve avaliar o que faz sentido para cada animal.

O protocolo começa cedo e exige atenção nos primeiros meses de vida:

Polivalente (V8 ou V10): protege contra cinomose, parvovirose, hepatite, leptospirose e outras doenças graves. Primeira dose entre 6 e 8 semanas, com reforços a cada 3 a 4 semanas até os 4 meses. Reforço anual em dose única — se houver atraso, pode ser necessária uma dose extra em 21 dias.

Antirrábica: obrigatória por lei. Aplicada a partir dos 3 meses, em dose única, com reforço anual. Protege o cão e as pessoas ao redor.

Gripe canina: muito recomendada. Existe em versão injetável (anual, com possibilidade de reforço) e nasal (dose única). O veterinário indica o melhor formato.

Bordetella: indicada para cães que frequentam pet shops, creches e ambientes coletivos. Previne a tosse dos canis.

Giárdia: não é mais recomendada. Saiu do protocolo da Zoetis após atualização das evidências científicas.

3. O calendário do gato

Gato de interior também precisa de vacina, mito comum entre tutores.

Tríplice felina (FHV-1, FCV, FPV): protege contra herpesvírus, calicivírus e panleucopenia. Primeira dose entre 6 e 8 semanas, reforços até os 4 meses, depois anual.

FeLV (leucemia felina): indicada para gatos com acesso à rua ou que convivem com outros gatos. Aplicada a partir dos 2 meses. Antes, o veterinário pode pedir um teste, em gatos já infectados, a vacina pode ser prejudicial.

Antirrábica: recomendada para todos os gatos, principalmente os com acesso externo. Em algumas regiões, a lei já exige essa vacina.

4. O que acontece quando o calendário de vacinação atrasa

Cada dose tem uma janela de proteção. Quando o reforço atrasa, essa proteção cai, e o pet fica vulnerável mesmo já tendo tomado a vacina.

Dependendo do tempo de atraso, o veterinário pode precisar aplicar uma dose extra antes de retomar o calendário regular — não é reiniciar do zero, mas exige avaliação individual.

A parvovirose e a cinomose (que a polivalente previne) são altamente contagiosas em cães. Nos gatos, a panleucopenia se comporta de forma parecida. Ambas continuam circulando, mesmo entre pets que não saem de casa.

5. Como manter o controle sem esquecimento

A carteirinha de vacinação é o documento mais importante do seu pet. Algumas dicas práticas:

→ Fotografe a carteirinha e salve em um álbum separado no celular.
→ Anote as datas dos próximos reforços em um calendário com alerta.
→ Peça ao veterinário para registrar a data do próximo retorno.

Clientes Pet Vidas contam com uma facilidade a mais: acompanhar as datas de vacinação direto pelo sistema, sem depender de papéis.

6. Setembro, a raiva e um lembrete que vale o ano todo

O Dia Mundial de Combate à Raiva (28/09) existe porque a raiva ainda mata. No Brasil, os casos em animais domésticos caíram graças às campanhas de vacinação — mas a doença nunca foi erradicada.

Manter a antirrábica em dia é um ato de responsabilidade coletiva.

O calendário de vacinação é só o começo

O acompanhamento preventivo vai além das vacinas. Consultas de rotina ajudam a identificar o que a vacinação não previne.

Com o Plano Pet Vidas, essa cobertura faz parte da rotina:

✔ Mais de 100 exames cobertos
👉 Incluindo exames relacionados às doenças deste post: giárdia, leishmaniose, parvovirose, raiva, entre outros
✔ Consultas 24h
✔ Protocolo de vacinação obrigatória de filhotes incluso
✔ Rede credenciada com mais de 120 parceiros
✔ Sem taxa de coparticipação
✔ Atendimento no Vale do Paraíba e em São Paulo capital

Fale com a nossa equipe: (12) 99683-8434

  • Conselho para tutores animais, Dicas de saúde animal, Mães de pet, Pais de pet

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